Doce decadência
De um mundo que nunca vou conhecer.
Doce temor
De um passado que esqueci.
Vida!
Oh vida!
Quem és tu?
Quem sou eu?
Vida que me levaste
Vida que me mataste
Diz-me,
De quem sou eu?
Quem me ama?
Quem me abandonou?
Aqui assim, oh vida…
Vida…
Doce morte que nunca vou ter.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)

Sem comentários:
Enviar um comentário